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Alckmin e Mishustin copresidem reunião para fortalecer laços econômicos Brasil-Rússia

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Bandeiras do Brasil e da Rússia em frente ao Palácio do Planalto, representando fortalecimento de laços econômicos Brasil-Rússia.

No dia 5 de fevereiro de 2026, o vice-presidente brasileiro Geraldo Alckmin e o primeiro-ministro russo Mikhail Mishustin copresidiram a 8ª Reunião da Comissão Brasil-Rússia de Alto Nível de Cooperação (CAN), realizada no Palácio do Itamaraty, em Brasília. O encontro destacou o comércio agroalimentar como pilar central da relação bilateral, com discussões sobre investimentos e cooperação em setores como energia, ciência e infraestrutura. O objetivo principal foi fortalecer os laços econômicos, diversificar produtos e superar os US$ 11 bilhões em comércio registrados em 2025, explorando as economias complementares dos dois países.

Contexto da reunião bilateral

A reunião reuniu autoridades como o secretário Luis Rua, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), e a ministra russa Oksana Lut, além de uma delegação russa. Os discursos de abertura enfatizaram a importância da parceria entre Brasil e Rússia. Ambas as nações, com vastos recursos naturais e capacidades tecnológicas, buscam ampliar a cooperação econômica e comercial.

O comércio bilateral tem se mostrado robusto, especialmente no setor agroalimentar. O Brasil exporta itens como carnes, café e amendoim para a Rússia, enquanto importa fertilizantes e trigo. Essa complementariedade produtiva foi apontada como uma oportunidade para expansão.

Declarações de Geraldo Alckmin

O Brasil e a Rússia são economias de grande escala, com ampla base produtiva, recursos naturais estratégicos, capacidade tecnológica e mercados internos relevantes. Essa combinação cria oportunidades concretas para ampliar, diversificar e qualificar nossa cooperação econômica e comercial.

Alckmin destacou a necessidade de crescimento mais equilibrado e com maior valor agregado. Ele afirmou que o desafio é avançar além dos patamares atuais, promovendo trocas mais diversificadas. Essa visão reflete o potencial das economias complementares para gerar benefícios mútuos.

O desafio que se impõe é crescer mais, com maior equilíbrio e com mais valor agregado.

Perspectivas no comércio agroalimentar

O secretário Luis Rua enfatizou o dinamismo do comércio agroalimentar entre os países. Ele mencionou oportunidades para ampliar a oferta de produtos do agronegócio, como frutas e genética animal. Além disso, discutiu questões como regionalização para enfermidades animais e habilitação de estabelecimentos.

O comércio agroalimentar é um dos pilares mais dinâmicos: o Brasil fornece à Rússia carnes, café e amendoim, entre outros produtos, enquanto importa fertilizantes e trigo, refletindo a nossa complementariedade produtiva. Temos espaço para ampliar a oferta de produtos do agronegócio entre os países.

Rua também abordou investimentos em logística portuária, ferroviária, armazenagem e distribuição de fertilizantes. Ele destacou a inovação na agricultura para ganhos de produtividade e retorno econômico, além de cooperação acadêmica e técnica.

O Brasil trabalha para ampliar oportunidades de investimentos mútuos em logística portuária e ferroviária, armazenagem, mistura e distribuição de fertilizantes, além de inovação na agricultura, com ganhos de produtividade e retorno econômico. Além disso discutimos questões como regionalização para enfermidades animais, habilitação de estabelecimentos, oportunidades em produtos como frutas e genética e também cooperação acadêmica e técnica.

Expectativas para o futuro

A reunião reforça o compromisso de Brasil e Rússia em superar barreiras comerciais e explorar novas áreas de cooperação. Com foco em setores estratégicos, os países visam um intercâmbio mais equilibrado e sustentável. Essa iniciativa pode impulsionar o crescimento econômico bilateral nos próximos anos.

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