Produtores de abacate em Tupã (SP) celebram uma safra recorde de aproximadamente 1.100 toneladas em 2026, superando as perdas drásticas de 95% da produção registradas no ano anterior. Esse marco representa mais que o dobro da média anterior de 500 toneladas, impulsionado por condições climáticas ideais. A colheita, antecipada pelas chuvas, começou antes do fim de fevereiro e promete exportar quase metade da produção.
Safra recorde impulsiona economia local
A produção de abacate em Tupã (SP) alcançou níveis inéditos este ano, com cerca de 1.100 toneladas colhidas. Produtores locais, incluindo Jorge Manfré, destacam o papel fundamental das chuvas na medida certa para esse sucesso. Essa safra não só recupera as perdas de 2025, mas também eleva a média histórica de 500 toneladas para um novo patamar.
Propriedade modelo em Tupã
Em uma propriedade de 50 hectares com 5 mil árvores em Tupã (SP), os resultados impressionam. O agrônomo Idoraldo Dassi Júnior atribui o êxito ao manejo adequado e ao clima favorável. Essa área exemplifica como condições ideais podem transformar a agricultura regional.
Contraste com perdas de 2025
Enquanto 2026 trouxe chuvas adequadas que anteciparam a safra, o ano de 2025 foi marcado por clima adverso, resultando em perdas de 95% da produção. Esse contraste destaca a vulnerabilidade da agricultura ao tempo. Produtores como Jorge Manfré veem na recuperação uma lição de resiliência.
Exportações em alta
Quase metade da safra recorde de abacate será destinada à exportação, ampliando o alcance de Tupã (SP) no mercado internacional. Essa estratégia reflete o potencial econômico da região. O agrônomo Idoraldo Dassi Júnior enfatiza que o volume de 1.100 toneladas abre portas para novos negócios.
Perspectivas futuras para produtores
Com a safra de 2026 consolidada, produtores de Tupã (SP) planejam investimentos em técnicas sustentáveis para manter o crescimento. O sucesso atual, impulsionado por chuvas ideais, contrasta com as dificuldades de 2025 e inspira otimismo. Essa trajetória pode influenciar outras regiões agrícolas no Brasil.