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Exportações de carne bovina de Mato Grosso crescem 29,6% de janeiro a julho de 2026

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Foto: Divulgação
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Os frigoríficos de Mato Grosso ampliaram as exportações de carne bovina para mercados internacionais em julho de 2026, com crescimento expressivo nos embarques para Espanha, Estados Unidos e Chile. Os dados, divulgados pelo Instituto Mato-grossense da Carne, mostram que o estado consolidou sua posição como um dos principais fornecedores do produto no cenário global.

Crescimento acelerado nos embarques de julho

As vendas para a Espanha saltaram 172% entre junho e julho, passando de 549,7 toneladas para 1,4 mil toneladas. No mesmo período, os embarques para os Estados Unidos registraram alta de 66,6%, de 3,1 mil toneladas para 5,3 mil toneladas, enquanto o Chile recebeu 6,8 mil toneladas, volume 37,4% superior ao mês anterior.

Esses resultados refletem a capacidade dos frigoríficos mato-grossenses de atender exigências sanitárias e de qualidade cada vez mais rigorosas. A combinação de investimentos em tecnologia e boas práticas de produção permitiu ampliar a participação nesses mercados já consolidados.

Desempenho acumulado no primeiro semestre

No acumulado de janeiro a julho de 2026, Mato Grosso exportou 457,1 mil toneladas de carne bovina, o que representa um aumento de 29,6% em relação ao mesmo período de 2025. O volume reforça a tendência de expansão sustentada das vendas externas do estado.

Esse crescimento nas exportações é resultado de uma combinação de fatores em toda a cadeia produtiva, que vem ampliando a eficiência da produção e a capacidade de atender às diferentes exigências do mercado internacional. Nesses mercados já consolidados, o aumento das vendas mostra que ainda existe espaço para aprofundar essas relações comerciais, o que é importante para todos os elos da cadeia

Bruno de Jesus Andrade

Perspectivas para a cadeia produtiva

O diretor de Projetos do Imac, Bruno de Jesus Andrade, destaca que o avanço das exportações demonstra espaço para aprofundar as relações comerciais já existentes. A eficiência da produção local continua sendo o principal diferencial competitivo para atender à demanda internacional.

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