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Índia autoriza importação de 1 milhão de toneladas de açúcar sem tarifas até outubro de 2026

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Foto: Divulgação
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O governo da Índia autorizou a importação de um milhão de toneladas de açúcar bruto com isenção total de tarifas até 31 de outubro de 2026. A medida, anunciada pelo Ministério do Comércio, busca conter a forte elevação dos preços domésticos que atingiram recordes em 20 de agosto de 2026. A suspensão temporária da alíquota de importação de 100% permite que compradores externos adquiram o produto sem custos adicionais de impostos.

Essa decisão ocorre em um momento de alta demanda interna. As cotações no mercado local subiram de forma acentuada nas últimas semanas, pressionando consumidores e indústrias. A autorização permanece válida até o final de outubro, período que coincide com o pico de consumo antes das principais festividades religiosas do país.

Suspensão de tarifas para estabilizar o mercado

A suspensão da tarifa de importação representa uma ação direta do governo para ampliar a oferta de açúcar bruto. Com a isenção, empresas indianas podem adquirir o produto de fornecedores internacionais sem o acréscimo de 100% sobre o valor. A medida é temporária e visa restaurar o equilíbrio entre oferta e demanda no curto prazo.

Autoridades do Ministério do Comércio monitoram os efeitos da decisão sobre os preços internos. A expectativa é que a entrada de um milhão de toneladas alivie a pressão inflacionária observada em agosto de 2026. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre os países de origem do açúcar importado.

Preparativos para o período de festividades

O timing da autorização coincide com a proximidade de datas importantes no calendário religioso indiano. O aumento do consumo nesses períodos costuma elevar a demanda por açúcar, elevando os preços no mercado doméstico. A importação sem tarifas busca garantir o abastecimento adequado durante esse intervalo.

Analistas do setor acompanham a evolução dos estoques e das cotações após a publicação da medida. O governo indica que novas avaliações poderão ser realizadas conforme o comportamento do mercado até o fim de outubro de 2026.

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