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Ministério da Agricultura confirma novo caso de gripe aviária H5N1 em Mato Grosso

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Granja avícola em Mato Grosso com aves, representando caso de gripe aviária H5N1 confirmado pelo Ministério da Agricultura.

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou um novo caso de gripe aviária H5N1 em uma criação de subsistência em Acorizal, Mato Grosso, no Brasil. O incidente afetou 183 aves domésticas, incluindo 10 patos e 173 galinhas, com sintomas como incoordenação motora, tremores e mortalidade súbita. A confirmação ocorreu em 2 de janeiro de 2026, após análises do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de Campinas (LFDA-SP).

Detalhes do surto em Acorizal

A propriedade afetada é uma criação de subsistência, onde as aves apresentaram sinais graves da doença. O LFDA-SP realizou testes que confirmaram a presença do vírus H5N1. Esse é um caso isolado, mas destaca a vulnerabilidade de pequenas produções avícolas no país.

Medidas de contenção adotadas

Autoridades iniciaram ações imediatas para conter o surto, incluindo a eliminação sanitária das aves remanescentes. A propriedade passou por desinfecção completa, e uma quarentena foi imposta em um raio de 3 km ao redor do local. Essas medidas visam prevenir a disseminação do vírus para outras criações.

Contexto da gripe aviária no mundo

A gripe aviária é uma doença viral altamente contagiosa que afeta aves silvestres e domésticas. Em 2025, mais de 80 países relataram casos, principalmente devido a populações de aves migratórias que facilitam a propagação. No Brasil, o setor avícola monitora de perto esses incidentes para proteger a produção nacional.

Impacto no setor avícola brasileiro

Produtores de Acorizal e o setor avícola brasileiro acompanham o caso de perto, preocupados com possíveis repercussões econômicas. Embora o surto seja em uma criação pequena, ele reforça a necessidade de vigilância sanitária rigorosa. O Mapa enfatiza a importância de relatar sintomas precocemente para mitigar riscos maiores.

Perspectivas futuras e prevenção

Especialistas recomendam práticas de biosseguridade em todas as criações, como isolamento de aves e controle de acesso. Com o ano de 2026 recém-iniciado, o foco está em evitar novos surtos por meio de monitoramento contínuo. O caso em Mato Grosso serve como alerta para o fortalecimento de protocolos nacionais contra doenças aviárias.

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