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Abate de gado orgânico no Pantanal cresce 12% em 2025 com R$ 24 milhões em incentivos

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Paisagem do Pantanal com rebanho de gado orgânico pastando, ilustrando crescimento de 12% no abate com incentivos de R$ 24 milhões.

O abate de gado orgânico e sustentável no Pantanal registrou um crescimento de 12% em 2025, impulsionando a distribuição de mais de R$ 24 milhões em incentivos aos pecuaristas. Esse avanço, liderado pela Associação Pantaneira de Pecuária Orgânica e Sustentável (ABPO), reflete a adoção de práticas mais eficientes e ambientalmente responsáveis em Mato Grosso do Sul, Brasil. O volume total de abates subiu de 186 mil para cerca de 205 mil cabeças, destacando o potencial econômico da região.

Crescimento no abate sustentável

Em 2025, o abate de gado orgânico no Pantanal alcançou 201.519 animais, um aumento significativo em relação ao ano anterior. Esse progresso resulta da ênfase na renovação do rebanho, com foco em animais jovens. O abate de bovinos com zero a quatro dentes cresceu 16%, contribuindo para a elevação geral dos números.

Envolvimento da ABPO e pecuaristas

A Associação Pantaneira de Pecuária Orgânica e Sustentável (ABPO) coordena essas iniciativas, apoiando pecuaristas e fazendas em Mato Grosso do Sul. Esses produtores adotam protocolos que promovem a sustentabilidade, garantindo que as práticas atendam a padrões orgânicos. A colaboração entre a ABPO e os pecuaristas fortalece a cadeia produtiva na região pantaneira.

Mecanismos de incentivo

Os incentivos são pagos com base em bônus médios de R$ 137 por animal abatido, incentivando a adesão a protocolos específicos. Essa abordagem estimula a renovação do rebanho e o abate de animais mais jovens, o que melhora a eficiência. Como resultado, mais de R$ 24 milhões foram distribuídos aos pecuaristas participantes em 2025.

Motivações ambientais e econômicas

A iniciativa visa aumentar a rentabilidade e a eficiência produtiva, ao mesmo tempo em que eleva a qualidade da carne produzida. Além disso, busca reduzir as emissões de gases de efeito estufa, alinhando-se a demandas globais por produtos sustentáveis. Essas práticas minimizam o impacto ambiental no Pantanal, uma região sensível ecologicamente.

Impacto no mercado e futuro

O crescimento atende a uma crescente demanda de mercado por carne orgânica com menor pegada ambiental. Pecuaristas de Mato Grosso do Sul beneficiam-se economicamente, enquanto o setor como um todo avança em sustentabilidade. Em 2026, espera-se que esses protocolos continuem impulsionando o setor, promovendo um equilíbrio entre produção e preservação.

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