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Federação dos Cafeicultores do Cerrado lança Prêmio Futuro Regenerativo

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Foto: Divulgação
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A Federação dos Cafeicultores do Cerrado lançou o Prêmio Futuro Regenerativo para o Café como nova categoria do 14º Prêmio Região do Cerrado Mineiro. A iniciativa reconhece práticas regenerativas já adotadas em propriedades cafeeiras da região mineira e integra a estratégia “Um Futuro Regenerativo para o Café”. As inscrições para a nova categoria permanecem abertas até 16 de outubro de 2026, enquanto as do prêmio principal encerram em 23 de setembro de 2026.

Critérios de participação e avaliação

Produtores rurais vinculados a cooperativas ou associações da Região do Cerrado Mineiro podem inscrever-se por meio de formulário digital. Cinco propriedades são selecionadas para auditoria presencial entre 17 e 31 de outubro de 2026. Os três primeiros colocados recebem prêmios em dinheiro que somam R$ 40 mil. O processo valoriza ações que geram benefícios ambientais, sociais, econômicos e produtivos de forma integrada.

Declarações do diretor executivo

O futuro da cafeicultura é resultado das escolhas que fazemos hoje. Quando falamos em um futuro regenerativo, estamos olhando para a propriedade de forma integrada. Não se trata de reconhecer uma iniciativa isolada, mas de valorizar práticas que já estão em funcionamento e que, juntas, contribuem para a conservação dos recursos naturais, para a valorização das pessoas, para a eficiência produtiva e para a sustentabilidade econômica da atividade.

Juliano Tarabal

Juliano Tarabal, diretor executivo da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, destacou que o prêmio busca identificar experiências reais no campo e transformá-las em referências para toda a cadeia. Ele ressaltou que cada propriedade possui sua própria realidade e que a soma de avanços individuais pode impulsionar mudanças mais amplas na cafeicultura brasileira.

Impacto esperado na cafeicultura

A ideia é identificar quem já está construindo esse futuro no campo e transformar essas experiências em referências. Cada propriedade tem sua realidade, cada produtor tem sua jornada e cada avanço representa um passo. É a soma desses passos que pode impulsionar uma transformação mais ampla na cafeicultura.

Juliano Tarabal

A nova categoria reforça o compromisso da região com a sustentabilidade e oferece visibilidade a produtores que já aplicam práticas regenerativas. Ao destacar casos concretos, a iniciativa pretende estimular a adoção de modelos que preservem recursos naturais e garantam viabilidade econômica a longo prazo.

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