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Setor agropecuário mobiliza Brasília contra corte de R$ 500 milhões no seguro rural

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Lavoura de soja em Brasília com Congresso Nacional ao fundo sobre seguro rural
Lavoura de soja em Brasília com Congresso Nacional ao fundo sobre seguro rural

Entidades representativas do setor agropecuário intensificam ações em Brasília para reverter o corte de R$ 500 milhões no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) em 2026, ao mesmo tempo em que celebram a aprovação do PL 1.917/2023, que autoriza a renegociação de dívidas rurais afetadas por eventos climáticos ou de mercado. A colheita de milho safrinha avança em Mato Grosso e já alcança 12,81% da área plantada, segundo dados atualizados até esta sexta-feira, 12 de junho de 2026. Produtores enfrentam desafios como altos custos de produção e preços baixos do grão, o que eleva a preocupação com a sustentabilidade da atividade.

Mobilização contra corte no seguro rural

Representantes de sindicatos e federações rurais solicitam ao Congresso Nacional e ao presidente da República a reversão do corte orçamentário no PSR. O seguro rural é considerado ferramenta essencial para mitigar riscos em anos de adversidades climáticas, como secas e excesso de chuvas que têm impactado lavouras em diversas regiões. A redução de recursos pode limitar o acesso de pequenos e médios produtores a coberturas que protegem investimentos em custeio e equipamentos.

Aprovação do PL 1.917/2023 traz alívio ao setor

A sanção do projeto de lei que permite prorrogação de dívidas de custeio e investimento é vista como avanço importante. A medida beneficia produtores de Mato Grosso e de outros estados cujas operações foram comprometidas por oscilações de mercado e condições climáticas desfavoráveis. Organizações do setor destacam que a renegociação oferece fôlego financeiro necessário para manutenção das atividades e planejamento da próxima safra.

Colheita de milho safrinha avança em Mato Grosso

Em Lucas do Rio Verde e demais municípios mato-grossenses, a colheita segue em ritmo positivo, porém os custos elevados de diesel e outros insumos preocupam os agricultores. O preço atual do milho não compensa os gastos, que chegam a aumentar até duas sacas por hectare apenas com despesas de comercialização. Lideranças locais reforçam a necessidade de políticas públicas que garantam maior previsibilidade para o produtor rural.

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