Um grupo de 25 parlamentares republicanos dos Estados Unidos enviou uma carta ao presidente Donald Trump no dia 21 de julho de 2026 pedindo ações contra as regras digitais da União Europeia. Os congressistas solicitam a abertura de investigações comerciais e destacam a Lei dos Mercados Digitais como medida anticompetitiva que afeta empresas americanas como Amazon, Apple, Google, Meta e Microsoft. A correspondência foi endereçada a Bruxelas por meio do governo americano e critica multas aplicadas ao Google além das designações de gatekeepers.
Críticas às políticas digitais da união europeia
Os parlamentares alegam que as normas europeias funcionam como ferramenta de extração econômica e coerção regulatória contra companhias dos Estados Unidos. Eles apontam que as multas e as obrigações impostas pela Comissão Europeia prejudicam a competitividade das grandes empresas de tecnologia americanas. A carta ressalta ainda que o acesso da União Europeia ao mercado norte-americano não está garantido caso as práticas discriminatórias continuem.
Escrevemos para chamar sua atenção para as diversas formas pelas quais a UE continua a adotar atos, políticas e práticas anticompetitivas como ferramenta de extração econômica e coerção regulatória contra empresas americanas, e para incentivar seu governo a tomar medidas decisivas antes que a UE consolide ainda mais esse regime antiamericano.
Parlamentares dos EUA
Propostas de retaliação comercial
Os signatários, entre eles o deputado Adrian Smith, sugerem o uso da Seção 301 da Lei de Comércio de 1974 caso o diálogo com a União Europeia não produza resultados rápidos. Eles defendem que os Estados Unidos devem empregar todas as ferramentas disponíveis para proteger as empresas americanas. A iniciativa ocorre em meio a crescentes tensões regulatórias entre Washington e Bruxelas no setor digital.
A carta reforça a necessidade de medidas decisivas antes que o regime europeu se consolide. Parlamentares destacam que as designações de gatekeepers e as sanções recentes ao Google exemplificam uma abordagem vista como injusta. O documento pede atenção imediata do presidente Donald Trump para evitar prejuízos maiores às companhias dos Estados Unidos.