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Brasil bate recorde histórico em exportações de bovinos vivos em janeiro de 2026

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Rebanho de bovinos vivos em embarque para exportação em porto brasileiro, recorde histórico de janeiro.

O Brasil registrou um recorde histórico na exportação de bovinos vivos em janeiro de 2026, com 165,4 mil cabeças enviadas ao exterior. Esse volume representa um aumento de 82,85% em comparação a dezembro de 2025 e supera todos os registros anteriores para o primeiro mês do ano. As exportações geraram uma receita de US$ 202,04 milhões, destacando a força do setor pecuário nacional no mercado global.

Detalhes do desempenho recorde

As exportações de bovinos vivos totalizaram 75,15 mil toneladas em janeiro de 2026. O preço médio por arroba foi de US$ 80,60, refletindo a competitividade do rebanho brasileiro. Esse crescimento consolida a posição do Brasil como um dos principais exportadores mundiais nesse segmento.

Comparado ao mês anterior, o aumento significativo demonstra uma recuperação rápida e uma demanda crescente. Os embarques foram impulsionados por operações logísticas bem estabelecidas, que facilitaram o transporte eficiente das cabeças de gado.

Principais estados exportadores

O estado do Pará liderou as exportações, respondendo por 46,7% do volume total. Em seguida, o Rio Grande do Sul contribuiu com 29,11%, destacando o papel do Norte e do Sul do Brasil nessa atividade. Esses estados beneficiam-se de infraestrutura portuária e de rebanhos de alta qualidade, o que atrai compradores internacionais.

Pecuaristas nacionais, especialmente nesses regiões, são os principais beneficiados pelo aumento das exportações. O setor vê oportunidades de expansão, com impactos positivos na economia local e na geração de empregos.

Destinos internacionais e demanda

Os principais compradores foram Turquia, Iraque, Marrocos e Arábia Saudita, que juntos representaram 95,84% do volume exportado. Esses países, localizados no Norte da África e no Oriente Médio, mantêm uma forte demanda por bovinos vivos do Brasil. Os embarques foram concentrados nessas regiões, reforçando laços comerciais tradicionais.

A competitividade do rebanho brasileiro, aliada à qualidade genética e sanitária, explica a preferência desses mercados. Essa dinâmica reflete o crescimento observado em 2025, quando as exportações já mostravam sinais de aceleração.

Fatores impulsionadores do crescimento

A forte demanda internacional de mercados tradicionais é o principal motor desse recorde. Além disso, a consolidação de operações logísticas eficientes tem permitido que o Brasil atenda a esses pedidos com agilidade. O crescimento de 2025 serviu como base para esse desempenho em janeiro de 2026, indicando uma tendência positiva para o ano.

Especialistas apontam que a competitividade global do setor pecuário brasileiro continuará a impulsionar as exportações. Com isso, o Brasil fortalece sua presença no comércio internacional de bovinos vivos, beneficiando a balança comercial do país.

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