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Chuvas intensas em São Paulo causam perdas em pomares de citros e pressionam preços

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Pomar de citros em São Paulo danificado por chuvas intensas, com frutas caídas e solo molhado.

As chuvas intensas registradas em janeiro de 2026 no estado de São Paulo causaram perdas significativas nos pomares de citros, elevando a incidência de podridões e fungos. Isso resultou em queda de frutos e redução na qualidade da produção, pressionando as cotações no mercado paulista. Produtores, indústrias citrícolas e o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) acompanham de perto os impactos dessa umidade excessiva.

Chuvas intensas afetam produção de citros

As precipitações acima da média em janeiro de 2026 trouxeram umidade excessiva aos pomares de citros em São Paulo. Essa condição climática favoreceu o surgimento de fungos e podridões, levando à queda prematura de frutos. Produtores relataram perdas consideráveis na colheita destinada tanto ao mercado de mesa quanto à indústria.

A oferta elevada de citros no mercado paulista já exercia pressão sobre os preços. Com as chuvas, a qualidade inferior dos frutos agravou essa situação. As cotações sofreram ajustes para baixo, refletindo o desequilíbrio entre oferta e demanda.

Impactos nos produtores e na indústria

Produtores de citros no estado de São Paulo enfrentam desafios diretos com a umidade excessiva. A perda de produção destinada à indústria citrícola reduz o volume disponível para processamento. Isso afeta não apenas a rentabilidade dos agricultores, mas também a cadeia de suprimentos.

O Cepea monitora esses eventos e destaca como as condições climáticas influenciam o setor. A umidade excessiva nos pomares compromete a saúde das plantas, exigindo intervenções adicionais para mitigar danos. Indústrias citrícolas ajustam suas estratégias para lidar com a menor qualidade das matérias-primas.

Pressão sobre cotações no mercado paulista

No mercado citrícola paulista, as cotações sentem o peso das perdas causadas pelas chuvas intensas. A oferta elevada, combinada com frutos de qualidade inferior, pressiona os preços para baixo. Consumidores e compradores observam variações que impactam o comércio local.

Especialistas do Cepea indicam que janeiro de 2026 marca um período crítico para o setor. A umidade excessiva nos pomares continua a ser o principal fator por trás dessas perdas. Medidas preventivas, como manejo integrado de pragas, ganham importância para futuras safras.

Perspectivas para o setor citrícola

Com o fim de janeiro, produtores e indústrias avaliam os danos totais das chuvas intensas. O estado de São Paulo, principal polo citrícola do Brasil, busca recuperação rápida. O monitoramento contínuo pelo Cepea ajudará a prever tendências para os próximos meses de 2026.

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