O presidente Sergio Strentzke foi escolhido como liquidante para conduzir o processo de liquidação extrajudicial. Os associados mantiveram as atividades comerciais durante a reorganização financeira e patrimonial, o que permite a continuidade das operações enquanto o patrimônio é avaliado e os credores são atendidos conforme a legislação vigente.
Motivos que levaram à liquidação
A negativa de recuperação judicial pelo TJ-RS em setembro foi o principal fator que levou os associados a optarem pela dissolução voluntária. Como sociedade simples, a cooperativa não poderia acessar os mecanismos de recuperação judicial disponíveis para outros tipos de empresas, o que tornou a liquidação extrajudicial a alternativa viável diante do passivo elevado.
Próximos passos do processo
O acompanhamento do conselho fiscal permanece ativo para garantir a transparência durante todas as etapas da liquidação. Os 375 associados presentes na assembleia reforçaram o compromisso com a manutenção das operações comerciais até a conclusão do processo, evitando interrupções abruptas nas atividades da cooperativa.