As exportações brasileiras de carne bovina totalizaram 130,31 mil toneladas nos primeiros 13 dias úteis de setembro de 2026, com média diária de 10,02 mil toneladas. O volume representa uma queda em relação ao ritmo registrado em setembro de 2025, embora o setor observe sinais de recuperação na terceira semana do mês. Os dados foram compilados pela Secex/MDIC e envolvem frigoríficos exportadores e pecuaristas de todo o país.
A performance dos embarques variou ao longo das semanas iniciais. Na primeira semana, foram enviadas 40,58 mil toneladas, seguidas por 39,13 mil toneladas na segunda. Já na terceira semana, o volume subiu para 50,60 mil toneladas, indicando retomada do ritmo de envios.
Recuperação após início lento
A média diária de exportações em setembro de 2026 ficou 29,9% abaixo da observada no mesmo período de 2025. Mesmo assim, a recuperação registrada na terceira semana reforça a importância da demanda internacional para o setor. Pecuaristas e frigoríficos mantêm o foco em manter a competitividade dos produtos brasileiros no mercado externo.
Relevância da demanda internacional
O início mais lento do mês não alterou a posição do Brasil como fornecedor relevante de carne bovina. Os embarques acumulados até o dia 13 útil demonstram que o interesse externo permanece ativo, apesar da redução no ritmo médio diário. A continuidade dos envios contribui para a estabilidade do segmento pecuário nacional.
Perspectivas para o restante do mês
Com a melhora observada na terceira semana, o setor acompanha de perto os próximos embarques. A manutenção do volume exportado depende de fatores como logística e condições de mercado internacional. Os números consolidados de setembro de 2026 serão divulgados pela Secex/MDIC nas próximas semanas.