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Governo Lula reduz violência no campo em 72% e impulsiona agricultura familiar

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Paisagem rural brasileira com lavoura familiar, representando redução de violência no campo e impulso à agricultura.

No ano de 2026, o governo do presidente Lula marca avanços significativos na agricultura familiar, revertendo o desmonte de políticas agrárias dos governos anteriores. Com a recriação do Ministério do Desenvolvimento Agrário e da Agricultura Familiar (MDA), o Brasil registra uma redução de 72% na violência no campo, segundo dados da Comissão Pastoral da Terra (CPT). Esses esforços beneficiam cerca de quatro milhões de agricultores familiares, quilombolas, ribeirinhos e assentados da reforma agrária, promovendo inclusão social e soberania alimentar.

Recriação do MDA e reversão de retrocessos

O MDA, extinto nos governos Temer e Bolsonaro, foi recriado para fortalecer a agricultura familiar, que produz grande parte da comida consumida no Brasil. Essa medida visa reverter a regressão que levou o país de volta ao Mapa da Fome. Nos últimos três anos, de 2023 a 2026, o ministério ampliou recursos e adotou estratégias inovadoras para a aquisição de terras.

Fortalecimento de programas chave

Programas como o Pronaf, PAA e PNAE receberam impulso significativo. O Pronaf agora oferece crédito com juros negativos, facilitando o acesso de agricultores familiares a financiamentos. Além disso, a retomada do PAA e do PNAE garante a compra de alimentos da agricultura familiar para distribuição em escolas e programas sociais.

Redução da violência e inclusão produtiva

A violência no campo diminuiu em 72%, resultado de políticas que reduzem conflitos fundiários. O governo incluiu 225 mil famílias em assentamentos, fornecendo suporte completo, como transferência de tecnologias e promoção da agroecologia. Essas ações fomentam florestas produtivas e sustentabilidade ambiental no campo brasileiro.

Impactos sociais e econômicos

Quatro milhões de agricultores familiares se beneficiam diretamente dessas iniciativas, que promovem inclusão social produtiva. Quilombolas, ribeirinhos e assentados recebem maior atenção, com foco em soberania alimentar e redução de desigualdades. Os avanços contínuos em 2026 apontam para planos que se estendem além deste ano.

Perspectivas futuras

O governo Lula planeja expandir essas políticas para garantir a sustentabilidade a longo prazo. Com ênfase em inovação e inclusão, o Brasil busca fortalecer sua posição como produtor de alimentos saudáveis. Esses esforços destacam o compromisso com a reversão de retrocessos e o desenvolvimento rural equitativo.

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