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Percevejo-barriga-verde ameaça safras de milho no Cerrado brasileiro

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Plantação de milho no Cerrado brasileiro ameaçada por percevejo-barriga-verde, com folhas e espigas danificadas.

No Cerrado brasileiro, agricultores enfrentam um aumento significativo na presença do percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) durante o final do ciclo da soja e o início do plantio do milho-safrinha. Essa praga pode causar perdas de até 30% no estande do milho, exigindo manejo urgente e o uso de inseticidas como o Feroce. Especialistas da ORÍGEO, joint venture entre Bunge e UPL, alertam para a necessidade de monitoramento constante nesta fase de transição entre culturas.

Presença intensificada da praga

O percevejo-barriga-verde se mantém nas áreas de cultivo após a colheita da soja, aproveitando a palhada e o solo para sobreviver. Com o plantio do milho-safrinha, a praga migra para as plantas jovens, sugando a seiva e liberando substâncias tóxicas. Isso resulta em danos como plantas tortas, falhas nas linhas de plantio e, em casos graves, a morte das mudas.

O problema fitossanitário aumenta porque o percevejo-barriga-verde se aproveita da colheita da soja para se manter na área e, logo depois, migra para o milho, que acabou de nascer. Nesse momento, ele suga a seiva das plantas ainda jovens e libera substâncias que prejudicam o crescimento. Os danos aparecem em forma de plantas tortas, falhas nas linhas de plantio e até, nos casos mais graves, morte das mudas. — Bruno Vilarino, gerente de produto da ORÍGEO

Fatores que favorecem a infestação

O efeito ponte verde mantém plantas vivas entre as culturas, facilitando a sobrevivência da praga. Além disso, o clima seco e as temperaturas altas no Cerrado contribuem para que o percevejo-barriga-verde se estabeleça na palhada e no solo. Esses condições climáticas tornam o início do ciclo do milho um período crítico para o manejo.

Essa combinação torna o início do ciclo do milho um dos períodos mais sensíveis para o manejo da praga, o que reforça o monitoramento e da adoção de métodos eficazes de manejo. — Bruno Vilarino, gerente de produto da ORÍGEO

Regiões afetadas no Cerrado

As áreas de cultivo mais impactadas incluem estados como Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rondônia e Tocantins. Nesses locais, agricultores relatam infestações crescentes, especialmente em plantações de soja seguidas de milho-safrinha. A Embrapa também destaca a relevância dessa praga nessas regiões agrícolas.

Recomendações de controle

O monitoramento contínuo é essencial para detectar a praga no momento certo. Especialistas recomendam o uso do inseticida Feroce, que oferece controle eficaz e preserva o vigor inicial das plantas de milho. Essa abordagem ajuda a minimizar perdas e manter a produtividade.

É importante agir de forma rápida e assertiva nesse momento de transição entre culturas e Feroce entrega um controle eficaz, preservando o estande e o vigor inicial do milho. — Bruno Vilarino, gerente de produto da ORÍGEO

Faz toda a diferença para o agricultor contar com uma solução eficaz, com amplo espectro, alta performance e tecnologia diferenciada. — Bruno Vilarino, gerente de produto da ORÍGEO

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