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Produção de rações no Brasil deve crescer 4,8% em 2026, projeta Sindirações

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Fábrica de rações no Brasil com silos e grãos, representando crescimento na produção para 2026.
Fábrica de rações no Brasil com silos e grãos, representando crescimento na produção para 2026.

Produção de rações no Brasil deve crescer em 2025 e 2026

A produção de rações no Brasil está projetada para um crescimento de 2,5% em 2025, alcançando 92,5 milhões de toneladas, e de 4,8% em 2026, totalizando 97 milhões de toneladas, de acordo com um levantamento do Sindirações. O sindicato, que representa 90% do mercado nacional, divulgou esses dados em 25 de outubro de 2024. Esse aumento reflete a recuperação da demanda por proteínas animais tanto no mercado interno quanto nas exportações.

Detalhes das projeções

As estimativas foram baseadas em dados de mais de 100 empresas associadas ao Sindirações. O setor de alimentação animal é essencial para a cadeia de proteínas no país. Ariovaldo Zatti, CEO do sindicato, destacou a importância de monitorar riscos externos para sustentar esse otimismo.

Setores que impulsionam o crescimento

O principal impulsionador é o setor de rações para aves, com um crescimento esperado de 3% em 2025, atingindo 45,5 milhões de toneladas. Em seguida, vêm as rações para suínos, com 2,5% de aumento, totalizando 20,5 milhões de toneladas. Para bovinos, a projeção é de 2% de crescimento, alcançando 12 milhões de toneladas, enquanto a aquicultura deve crescer 5%, chegando a 2,1 milhões de toneladas.

Fatores econômicos e tecnológicos

A recuperação da demanda por proteínas animais é impulsionada pela estabilidade econômica e pelo controle de custos de insumos. Além disso, a adoção de tecnologias eficientes contribui para esse cenário positivo. As exportações também jogam um papel crucial, fortalecendo a posição do Brasil no mercado global de proteínas.

Desafios e riscos

Apesar das projeções otimistas, o setor enfrenta desafios como a volatilidade nos preços de grãos e questões climáticas. Variações cambiais e barreiras comerciais são outros riscos mencionados. O Sindirações enfatiza a necessidade de monitoramento contínuo para mitigar esses impactos.

O setor de alimentação animal é fundamental para a cadeia de proteínas do Brasil. Estamos otimistas com as projeções, mas é essencial monitorar os riscos externos, como variações cambiais e barreiras comerciais.

Ariovaldo Zatti, CEO do Sindirações

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