No inverno, as baixas temperaturas, a baixa umidade do ar e a permanência dos animais em baias mal ventiladas aumentam o risco de doenças respiratórias em equinos. Cavalos atletas, de trabalho e de lazer ficam expostos a poeira, amônia e microrganismos que provocam inflamação das vias aéreas, tosse, secreção nasal e queda de desempenho. O problema é agravado pelo manejo inadequado de camas e forragens empoeiradas.
Condições ambientais influenciam saúde dos equinos
As condições ambientais e o manejo exercem influência direta sobre a saúde respiratória dos cavalos. Ambientes com excesso de poeira, ventilação inadequada e acúmulo de matéria orgânica favorecem processos inflamatórios e predispõem às alterações respiratórias.
As condições ambientais e o manejo exercem influência direta sobre a saúde respiratória dos cavalos. Ambientes com excesso de poeira, ventilação inadequada e acúmulo de matéria orgânica favorecem processos inflamatórios e predispõem às alterações respiratórias
Kauê Ribeiro
Entre as enfermidades mais comuns estão asma equina, rinite, rinotraqueíte, garrotilho e pneumonias. A exposição prolongada a agentes irritantes compromete a função respiratória e reduz a capacidade de exercício dos animais.
Impacto no desempenho e gravidade dos quadros
Trata-se de uma condição respiratória crônica, marcada por inflamação das vias aéreas inferiores e estreitamento dos brônquios, dificultando a passagem do ar, comprometendo a respiração e o desempenho dos animais.
Trata-se de uma condição respiratória crônica, marcada por inflamação das vias aéreas inferiores e estreitamento dos brônquios, dificultando a passagem do ar, comprometendo a respiração e o desempenho dos animais
Kauê Ribeiro
São quadros potencialmente graves, que podem causar dificuldade respiratória, queda no condicionamento físico, perda de desempenho e podem ser fatais quando não tratados corretamente.
Tratamentos e recomendações veterinárias
Nos casos em que há acúmulo de secreções respiratórias, mucolíticos, como a L-Carbocisteína e N-Acetilcisteína, podem ser indicados pelo médico-veterinário, auxiliando na fluidificação das secreções respiratórias e facilitando sua eliminação. Já nos quadros em que ocorre o estreitamento dos brônquios, broncodilatadores como o Clembuterol podem ser utilizados como coadjuvantes no tratamento, promovendo a dilatação dos brônquios e favorecendo a mobilização, bem como a eliminação das secreções.
Nos casos em que há acúmulo de secreções respiratórias, mucolíticos, como a L-Carbocisteína e N-Acetilcisteína, podem ser indicados pelo médico-veterinário, auxiliando na fluidificação das secreções respiratórias e facilitando sua eliminação. Já nos quadros em que ocorre o estreitamento dos brônquios, broncodilatadores como o Clembuterol podem ser utilizados como coadjuvantes no tratamento, promovendo a dilatação dos brônquios e favorecendo a mobilização, bem como a eliminação das secreções.
Kauê Ribeiro
Especialistas recomendam melhorar a ventilação das baias, reduzir poeira nas camas e realizar limpeza frequente dos estábulos para prevenir novos episódios. O acompanhamento veterinário regular é essencial para identificar sinais precoces e evitar complicações.