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Rogério Marinho defende Flávio Bolsonaro e rebate críticas sobre biocombustíveis

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Foto: iStock
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O coordenador-geral da campanha de Flávio Bolsonaro, senador Rogério Marinho, saiu em defesa do candidato após críticas à sua declaração sobre o etanol e a mistura obrigatória na gasolina. A manifestação ocorreu por meio de nota à imprensa divulgada após a repercussão das falas do presidenciável em 20 de agosto de 2026. O documento esclarece o posicionamento do plano de governo em relação aos biocombustíveis e rebate acusações de que o candidato seria contrário ao setor sucroenergético.

Posição clara sobre biocombustíveis

Marinho destacou que Flávio Bolsonaro apoia a produção nacional de biocombustíveis e propõe medidas para ampliar o RenovaBio, permitindo que o Brasil venda créditos de carbono no exterior. A nota ressalta ainda a aplicação da Lei do Combustível do Futuro como forma de fortalecer a segurança energética do país. Segundo o texto, essa estratégia valoriza a produção agrícola, melhora a qualidade do ar nas cidades e reduz a dependência de combustíveis importados.

Flávio Bolsonaro é um defensor do setor sucroenergético e dos biocombustíveis. Seu plano de governo propõe transformar o Brasil em potência de biocombustíveis, fortalecer e ampliar o RenovaBio para o exterior e aplicar a Lei do Combustível do Futuro, permitindo que o Brasil venda créditos de carbono ao mundo.

Rogério Marinho

Crítica a uso político de políticas energéticas

O senador também criticou o uso episódico de políticas de biocombustíveis para conter preços às vésperas de eleições, prática que, segundo ele, ocorreu no governo Lula. A defesa enfatiza que Flávio Bolsonaro entende a relevância do setor para o desenvolvimento do país e propõe incentivos como redução de impostos para estimular a produção sustentável. A nota busca esclarecer que o candidato não pretende enfraquecer a mistura obrigatória de etanol na gasolina, mas sim aprimorar o marco regulatório existente.

Valoriza a nossa produção agrícola, melhora o ar de nossas cidades, reduz a dependência de combustíveis importados e, em consequência, aumenta a segurança energética do país. O que não se pode é transformar essa política em instrumento episódico para tentar conter a alta dos preços às vésperas de uma eleição, como ocorreu no governo Lula.

Rogério Marinho

Flávio Bolsonaro entende a relevância do setor de biocombustíveis para o desenvolvimento do País.

Rogério Marinho

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