O mercado da soja passou a operar em campo positivo na Bolsa de Chicago após a divulgação dos números do USDA sobre área plantada e estoques trimestrais. Na tarde de terça-feira, 30 de junho de 2026, por volta das 14h10 no horário de Brasília, as cotações subiram entre 3 e 5,75 pontos. O contrato de julho fechou a US$ 11,14 por bushel, enquanto o de novembro atingiu US$ 11,42 por bushel. Traders e analistas acompanharam de perto os dados que superaram as expectativas iniciais.
Reação imediata às projeções oficiais
Os números do USDA permitiram ajustes de preços após a queda observada no dia anterior, motivada por clima favorável no Meio-Oeste americano. A área estimada para a safra 2026/27 foi revisada para 35,46 milhões de toneladas. Já os estoques trimestrais ficaram em 28,47 milhões de toneladas. Esses valores vieram acima do previsto e sustentaram a recuperação das cotações na CBOT.
Monitoramento contínuo das condições climáticas
Embora a atenção esteja voltada aos dados oficiais, o mercado continua monitorando as previsões climáticas para os Estados Unidos, que seguem indicando o retorno de chuvas mais abrangentes na próxima semana, acompanhado de um alívio nas temperaturas elevadas. A equipe de análises do Grupo Labhoro destaca que o cenário atual exige cautela por parte dos operadores.
Embora a atenção esteja voltada aos dados oficiais, o mercado continua monitorando as previsões climáticas para os Estados Unidos, que seguem indicando o retorno de chuvas mais abrangentes na próxima semana, acompanhado de um alívio nas temperaturas elevadas
equipe de análises do Grupo Labhoro
Os relatórios trimestrais do USDA continuam a influenciar as decisões de compra e venda no curto prazo. Analistas recomendam atenção às atualizações semanais de plantio e condições de lavouras. O movimento positivo registrado nesta terça-feira reforça a importância dos dados fundamentais para a formação de preços na commodity.