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Erros de marketing digital em escritórios de agronegócio, segundo fundador da De Botina

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Foto: Divulgação
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Pedro Maia, fundador da agência De Botina, aponta os principais erros cometidos por escritórios de advocacia do agronegócio ao investir em tráfego pago e marketing digital. Com base em dados acumulados desde 2020, ele observa que resultados abaixo do esperado não decorrem do tráfego em si, mas da falta de conhecimento técnico sobre o setor e das restrições impostas pelo Código de Ética da OAB. A análise abrange escritórios atendidos em todo o Brasil e revela padrões recorrentes que drenam orçamento sem gerar conversões qualificadas.

Erros frequentes identificados nas campanhas

Entre os problemas mais comuns estão o uso de linguagem genérica, a ausência de mecanismos de qualificação de leads e a contratação de agências generalistas sem expertise no agronegócio. Esses fatores fazem com que as mensagens não ressoem com produtores rurais, que tomam decisões com base em confiança e compreensão específica do seu dia a dia. Campanhas mal direcionadas acabam por atrair contatos desalinhados com o perfil desejado pelos escritórios.

Por que a especialização faz diferença

Pedro Maia destaca que o sucesso depende de entender como o público rural pensa, quais são suas preocupações e por que ele desconfia de quem não fala a mesma língua. Restrições éticas da OAB também exigem abordagens cuidadosas, o que reforça a necessidade de estratégias adaptadas ao nicho. A recomendação é investir em automações de filtragem e em equipes que dominem tanto o marketing digital quanto as particularidades do agronegócio brasileiro.

A diferença entre uma campanha que converte e uma que drena orçamento está na leitura do público. Não basta saber que ele é produtor rural. É preciso entender como ele pensa, o que o preocupa, como ele toma decisões e por que ele desconfia de quem não fala a mesma língua que ele

Pedro Maia

Escritórios que adotam essa abordagem especializada relatam melhora na qualidade dos leads e maior retorno sobre o investimento. A análise de Pedro Maia reforça que o conhecimento técnico do setor é o diferencial entre campanhas eficazes e desperdício de recursos.

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