O leite proveniente de vacas da raça Jersey em Salto de Pirapora passa por análises rigorosas em todas as etapas, da ordenha na fazenda até o processamento industrial. O objetivo é assegurar qualidade, sabor e segurança para o consumidor, com testes diários que evitam fraudes e riscos à saúde. A prática, destacada em reportagem de 30 de agosto de 2026, envolve veterinários, alunos universitários e fábricas regionais em Sorocaba.
Ordenha mecânica e testes iniciais
As vacas são ordenhadas mecanicamente duas vezes ao dia nas fazendas de Salto de Pirapora. Logo após a extração, a veterinária Isabelly Dornelas realiza o teste da caneca preta para identificar impurezas visíveis. O leite é então resfriado imediatamente a 4°C, condição essencial para preservar suas características até chegar à indústria.
Análises laboratoriais e descarte
Em Sorocaba, alunos de engenharia de alimentos e farmácia, sob coordenação de Eduarda Gonçalves, conduzem testes físico-químicos e microbiológicos na fábrica regional. Quando falhas são detectadas, o lote inteiro é descartado para evitar contaminação. A pasteurização completa o ciclo e prepara o leite para produtos como queijos, mantendo textura e sabor originais.
Benefícios para a segurança do consumidor
Esse controle contínuo reduz riscos à saúde pública e impede fraudes que poderiam alterar a composição do leite. A integração entre fazendas, laboratórios e indústrias garante que apenas o produto aprovado chegue às prateleiras, reforçando a confiança dos consumidores em derivados lácteos da região.