Os custos de produção do frango de corte e do suíno vivo apresentaram alta em julho de 2026 nos principais estados produtores brasileiros. Segundo a Embrapa Suínos e Aves, o aumento foi registrado tanto no Paraná quanto em Santa Catarina, principais referências nacionais para avicultura e suinocultura. Os dados mostram elevação nos índices de custo, impulsionados principalmente pelo preço da ração.
Alta registrada no Paraná para frango de corte
No Paraná, o custo do frango de corte subiu 1,39% em julho, alcançando R$ 4,77 por quilo. O índice ICPFrango atingiu 369,20 pontos, refletindo o impacto direto nos produtores locais. Esse movimento ocorreu em um período de referência para a avicultura brasileira e reforça a necessidade de acompanhamento constante dos insumos.
Elevação no custo do suíno vivo em Santa Catarina
Em Santa Catarina, o custo do suíno vivo aumentou 1,30% no mesmo mês, chegando a R$ 6,29 por quilo. O índice ICPSuíno fechou em 359,67 pontos. O estado, principal produtor de suínos do país, sente os efeitos da variação nos custos de alimentação animal.
Fatores que influenciaram os índices
Em ambos os casos, o principal destaque foi o aumento nos custos de ração, componente mais relevante na composição dos gastos. A Embrapa Suínos e Aves acompanha mensalmente esses indicadores para orientar produtores e cadeias produtivas. Os números de julho de 2026 confirmam a pressão sobre as margens dos criadores de frango de corte e suíno vivo.