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G7 exige cessar-fogo imediato no Líbano e apoia acordo entre EUA e Irã

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Bandeiras do G7 em mesa de negociações sobre cessar-fogo no Líbano
Bandeiras do G7 em mesa de negociações sobre cessar-fogo no Líbano

Líderes do G7 reunidos em Evian-les-Bains, na França, exigiram nesta quarta-feira, 17 de junho de 2026, um cessar-fogo imediato no Líbano e anunciaram estratégias para diversificar as rotas energéticas globais, com o objetivo de reduzir a dependência do Estreito de Ormuz. Durante a cúpula, os chefes de Estado também acolheram um acordo provisório entre Estados Unidos e Irã que visa encerrar a guerra em curso na região. O memorando de entendimento assinado entre Washington e Teerã prorroga o cessar-fogo por 60 dias, com divulgação formal prevista para sexta-feira.

Posicionamento do G7 sobre o conflito

Em comunicado conjunto, os líderes enfatizaram a urgência de negociações para lidar com as ameaças representadas pelo Irã. A medida busca evitar que o país obtenha capacidade nuclear e reduzir riscos regionais que afetam Israel, o Líbano e o Hezbollah. A decisão reflete a preocupação coletiva com a estabilidade no Oriente Médio após meses de confrontos diretos entre EUA e Irã.

Enfatizamos a necessidade de negociações… para lidar com as ameaças representadas pelo Irã na região e além dela e garantir que o país nunca obtenha uma arma nuclear

Líderes do G7

Declarações de Donald Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, destacou o papel de seu governo na defesa de Israel durante o encontro. Ele afirmou que nenhuma outra administração teria tomado as mesmas medidas para garantir a segurança do aliado. As palavras reforçam o apoio contínuo de Washington às posições israelenses no atual cenário de tensão.

Sem nós, sem os Estados Unidos, não haveria Israel. Sem mim, não haveria Israel, porque nenhum outro presidente estava disposto a fazer o que eu fiz

Donald Trump

Segurança energética e rotas alternativas

Além das questões diplomáticas, o G7 anunciou planos concretos para diversificar as fontes e rotas de energia, diminuindo a vulnerabilidade global diante de eventuais bloqueios no Estreito de Ormuz. A iniciativa responde diretamente às interrupções recentes causadas pelo conflito e visa garantir maior resiliência aos mercados internacionais nos próximos meses.

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