O cultivo de mamona avança na região do Cerrado durante a safra 2025/2026, impulsionando a produção nacional projetada em 159,8 mil toneladas segundo a Companhia Nacional de Abastecimento. Produtores rurais da Bahia, principal polo da cultura, ampliam as áreas plantadas, mas enfrentam maior pressão de pragas e plantas daninhas que podem comprometer a produtividade. A joint venture ORÍGEO, formada por Bunge e UPL, oferece soluções integradas para enfrentar esses desafios e garantir que os rendimentos planejados sejam alcançados.
Desafios fitossanitários exigem atenção constante
Pragas como Spodoptera sp. e doenças foliares representam riscos reais para as lavouras em expansão. Os primeiros sinais incluem raspagens nas folhas que evoluem para perfurações, reduzindo a capacidade fotossintética das plantas. Quanto mais cedo ocorre a identificação, maiores são as chances de controlar a população da praga antes que elas provoquem perdas econômicas sérias.
A Bahia é a principal referência da cultura. Porém, a boa produtividade não depende apenas de ampliar a área de plantio. É preciso cuidar da lavoura durante todo o ciclo, acompanhando de perto os desafios sanitários e de manejo e tomando decisões no momento certo.
Igor Borges
Manejo integrado com tecnologias adequadas
ORÍGEO recomenda o uso de inseticidas como Dimilin 480 SC, fungicidas como Manzate WG e herbicidas como Trunfo aplicados no momento adequado. Essas ferramentas fazem parte de um programa de manejo integrado que protege a cultura contra insetos, fungos e plantas daninhas. Aumentar a área de plantio também requer mais responsabilidade.
Acompanhamento técnico evita perdas na colheita
O acompanhamento da lavoura e o uso das tecnologias adequadas evitam perdas e garantem que o produtor colha o que planejou no início do ciclo. Especialistas destacam que o monitoramento contínuo permite intervenções pontuais, preservando a qualidade e a quantidade da produção esperada para esta safra.